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Dicas importantes e coisas curiosas que vimos lá

Não descuide de seu dinheiro nunca. Guarde metade dentro do porta-dólares, junto ao seu passaporte, e a outra metade em algum lugar seguro em sua bagagem. Fique sempre de olho na suas malas e prefira não aceitar a ajuda de qualquer estranho. Os bolivianos são um povo tranqüilo, mas é melhor não dar sopa para o azar.

O passaporte é seu bem mais precioso em um país estrangeiro, afinal sem ele você não é ninguém! Os hotéis normalmente irão pedí-lo para fazer sua ficha. Nunca esqueça de pegá-lo de volta. Ele vale ouro nas mãos de alguém mal intencionado. Não deixe o recepcionista ficar com seu passaporte. Isto é um crime internacionalmente reconhecido.

Pechinche sempre. Não tenha vergonha de rebater o preço sugerido pelo comerciante ou taxista. É quase sempre certeza que o preço irá baixar, pois todos cobram mais, prevendo que os turistas vão pedir desconto.

Comida de barraquinha é extremamente perigosa (principalmente depois que você vê como ela foi feita). Evite, evite, evite. Se a fome apertar, prefira comer coisas industrializadas como biscoitos e salgadinhos, não esqueça de conferir o prazo de validade. Entre sanduíche de carne e de queijo, peça o segundo sem titubear! : ]

Você vai ficar com saudades da sua companhia de água. Não beba direto da torneira em lugar nenhum, o Cólera é um mal que ainda atinge a Bolívia e Peru principalmente. Sempre (mas SEMPRE mesmo) tome água mineral engarrafada. Cuidado com frutas, verduras (alimentos crus) e peixes. Só coma se estiverem bem cozidos ou muito bem lavados.

Antes de torrar sua grana em aparelhos eletrônicos na Zona Franca, lembre-se que este é apenas o começo da viagem. Você ainda passará por momentos de alto risco para a sua bagagem. Então não invente de comprar aquele sonhado vídeo-cassete de 8 cabeças! Imagine só você carregando esse trambolho por quatro dias na Trilha Inca?

Jipão ToyotaVocê irá notar que a grande maioria dos carros que circulam por ali são os japoneses da marca Suzuki, Mitsubishi e Toyota (Volkswagen e GM quase inexistem, Fiat e Ford são raros). Por estranho que pareça, estes são os carros mais comuns da região e podem ser comprados pela bagatela de US$ 10.000. É pra deixar qualquer um tentado, se bem que a origem deles não é muito certa.

E por falar em carros, a maioria dos táxis da fronteira tem dois pares de espelhos retrovisores, um no lugar normal e outro lá na frente do carro, quase encostado ao farol e são chamados de "Transformers": carros velhos que saem do mercado asiático para serem desovados por preços baixíssimos na Bolívia. Como eles são fabricados na Asia, com o volante no lado direito do carro, precisam ser transformados. O resultado é que quando começam a rodar na Bolívia, o volante é passado para o lado esquerdo e um buraco enorme fica do lado direito do painel. Bem esquisito.

 

Puerto Quijaro

País:
Bolívia/divisaCorumbá
Pop: 15.000 (aprox.)
Clima: muito quente de dia; frio de madrugada;
Caract: pode ser descrita como uma avenida montada ao longo dos trilhos ferroviários. A população é composta por uma mistura de bolivianos com brasileiros.

Puerto Suarez
País: Bolívia
Pop: 15.000 (aprox.)
Clima: fresco de dia; vento frio de madrugada;
Caract: Vila pequena e com pouco movimento. Fica à beira do Rio Paraguai. blocodevidro.gif (900 bytes)
Cambio: 1 real = 5 bolivianos

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